Uma, pra vcs reeditada
18 de novembro de 2010
Descoberta tardia
10 de novembro de 2010
No alto de meus 51, descubro que algumas pessoas que conheci, simplesmente desprezaram, passaram por cima, atropelaram a relação e suicidaram-se dentro de mim. Tsk, tsk…
Blá, blá, blá (de sempre)
7 de outubro de 2010
O papel fundamental da educação é o de garantir que a sociedade viva/se desenvolva com base na efetivação do conceito de Acordo. Este, ao ser rompido por más ações, deve ser amparado por legislação específica que, por vias legais, determinará culpados e subsequentes punições sancionadas pelas instituições consagradas. Punições devem ser eventos pontuais nas relações de qualquer espécie. Uma sociedade que subverte este processo tornando sistemático o que deveria ser pontual, revela-se doente. Ao colocar as coisas desta forma estou, na verdade, querendo dizer que é dever de cada um zelar pela palavra empenhada, tanto escrita quanto falada, independentemente das sanções em vigor. Isto nos remete ao compromisso que todos deveríamos ter para com o próprio nome. Zelar pelo próprio nome, em nome da própria honra, do orgulho de se saber que olhar algum recairá sobre nossa pessoa com desrespeito e desconsideração, crítica ou desprezo; de se saber que nossos contemporâneos e descendentes compartilharão desse mesmo orgulho, independentemente das vicissitudes de caráter ecônomico e relacional.
O efeito de tal realização no tecido social é substituir a política do temor (qualquer temor: o de ser roubado, o temor religioso, etc) pela política da responsabilidade social.
Em tempo: num mundo tecnificado, tem-se, com frequencia, confundido formação profissional com educação formal.
???
7 de outubro de 2010
O papel fundamental da educação, creio, é o de efetivar nas relações o conceito de Acordo. A Filosofia nos diz que a linguagem surgiu da necessidade de se estabelecer acordos.
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(Por que dá branco nos momentos mais impróprios?)
Revisão do último post
22 de setembro de 2010
História, História, História… (Hegel tinha razão: somos seres históricos)
20 de setembro de 2010
Tirando a ferrugem
3 de agosto de 2010
Frase do Dias
9 de outubro de 2009
Em roma, como os romenos
3 de setembro de 2009
O que ninguém sabe
10 de julho de 2009
- A humanidade ao longo de sua história traçou dois caminhos apenas, gerando dois tipos de comunidade: a da fé e da obediência, gerada no seio da escola semítica (com seu monoteísmo judaico, cristão e, por fim, islâmico [nessa ordem mesmo, porque um foi 'parindo' o outro] e promessas de vida eterna), e a de potência e vontade (gerada pela escola de Atenas com seu politeísmo e nenhuma promessa de vida eterna). Atenas foi transgressora, não teve medo de questionar -e, questionando, foi descobrindo. Gerou a Filosofia que é a mãe de todas as ciências. As ciências nos deram o conforto material, e graças a bomba atômica, acabou de vez com o grande ciclo de invasões humanas -ou seja, nos deu uma paz que jamais a humanidade e as religiões conheceram por tão longo tempo (humpf!, míseros cinquenta anos pra quem não parava de se matar por qualquer coisa que valesse um pouco mais de poder e terras).
- Por que o monotísmo suplantou o politeísmo? Porque o politeísmo é como uma rua cheia de lojinhas gregas; o monoteísmo é como um grande shopping-center cheio de judeus, árabes e sabe lá que outras denominações para o que vem daquele pedaço árido de território do mundo. Antes vc tinha de bater em diversas portas para solicitar uma coisa para cada deus; com um deus único (que lhe garante a vida eterna em boa companhia -se vc acreditar nele), vc bate em apenas uma porta e faz qualquer pedido. Que sacada! Por isto é que deu certo!